Oxe!!!
E lá tem que jeito?
Pra ter jeito?
Se já tá tudo desajeitado
Deixa desse jeito mesmo.
que é o meu jeito.
sábado, 13 de novembro de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Eu, devorador de corpos

Imagens que devoram imagens
Registros ópticos e memoráveis
Passagens lúdicas e livres
Rápidas fluentes
Pensamento decorrente
As passagens reais são as ações humanas
O material o físico, os corpos
Que devoram corpos
Espaço lugar, ser habitar
Dever, explorar, usufruir até acabar
Dilatar pra devorar mais alguns corpos
Ter, pra ser
E para te-los
Devemos ser o que eles querem
Assim conseguiremos
Mais alguns corpos,
Dominaremos!
Se carcaça não restar
Vamos procurar a até achar os divinos corpos
Já sinto o cheiro, e o gosto da saciedade
Do vício de devorar mais alguns corpos
Sulgar mais alguns corpos
Vamos devorar mais alguns corpos...
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Sem nada
Sem nada,
Faço,
Finjo que faço,
Porque não há nada,
Nada que eu possa fazer,
Por que disso não passa?
Não tem jeito,
Não tem graça,
Nem suspeita nem ameaça,
Não me instiga,
Não me abala,
Não me estala,
Ah! Pensando bem, de certa forma,
Até que tem um pouco de emoção,
de fingir que faço,
Até que faço, a cautela pelo acaso de ser pega,
No ato, de figir o que eu deveria fazer
E não que faço,
Mas.. até que faço,
Faço pra mim,
A invenção de um próximo passo,
Pra fazer qualquer coisa,
Ninguém me passa,
O que eu possa fazer,
Então eu mesma invento e faço,
Mesmo sem nada,
Faço!
Faço,
Finjo que faço,
Porque não há nada,
Nada que eu possa fazer,
Por que disso não passa?
Não tem jeito,
Não tem graça,
Nem suspeita nem ameaça,
Não me instiga,
Não me abala,
Não me estala,
Ah! Pensando bem, de certa forma,
Até que tem um pouco de emoção,
de fingir que faço,
Até que faço, a cautela pelo acaso de ser pega,
No ato, de figir o que eu deveria fazer
E não que faço,
Mas.. até que faço,
Faço pra mim,
A invenção de um próximo passo,
Pra fazer qualquer coisa,
Ninguém me passa,
O que eu possa fazer,
Então eu mesma invento e faço,
Mesmo sem nada,
Faço!
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Contra o tempo

Que tempo curto!
Ou será que não curto o tempo?
Ou é o tempo que não me espera viver?
Já não leio mais...
Meus olhos passam diante das palavras
O livro está orelhudo e amarelado,
Pelo relacho da correria contra o tempo,
Apenas vejo, observo, de relance, no instante desatento
O momento,
Que também é tempo,
Tempo perdido
Mas, tempo vivido
Vivo no relento relativamente sempre aquela insatisfação
Sem emoção, só pressão
Contando os segundos procurando a liberdade
Pra deixar de ser escrava do tempo e viver
Verdadeiramente simplesmente um intenso momento.
sábado, 12 de junho de 2010
A fadigação do olhar

A fadigação do olhar é resultado de ações que promoveram o "estado clichê", de atitudes e culturas comportamentais da própria sociedade.
Este olhar é cansado e acostumado com o núcleo em que vive, é submetido a ser visionário do cenário espetaculoso onde tudo torna-se normal e o receptor desta fadigação não se opõe, não debate, não critica, e aceita situações onde ele é manipulado, e não sente a fadiga por não confrontar, não questionar, e aquele que percebe confronta se opõe e olha ao seu redor com percepção da sociedade em que vive.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Passagem dos maléficos

Pisaram na bela flor
Os designados a cegueira
Prole horrorizante
Dinastia infestante
Tiraram o amor amargaram o sabor
Bemdita era a flor
Minuciosos são minuciosos estão
ao ponto de nem ao menos estenderem a mão
para acabar com a agonia e solidão
só falam não
para tirarem os indivíduos da escuridão
sem doutrina sem determinação
é como se encontram e estão
nada de união só munição inlicitação
com intenção de segregação intervenção
ações irrelevantes constantes
ausência de sapiência de paciência
geram conflitos na consciência
aglomerados amontuados
tumultuados os povoados
repudiados,
prole, plebe, pede,
à quem pode
quem pode não sede
quem não sede
não mede o tamanho
do problema que vira tema
com tópico e título
não é utópico cada parte tem um capítulo verídico
novidades são tragédias, visionários egoístas
acham comédia.
FOTO: Cíntia Augusta
domingo, 23 de maio de 2010
O que eu era pra você?

Eu era a sua imagem
Eu era a sua vontade
Eu era os seus problemas
E as suas resoluções
Eu era a sua felicidade
Seu desejo, seu consolo
Eu era a sua amiga
Eu era seu conselho
Seu apego e seu conforto
Seu desespero
Seu ciúme
Sua insegurança
Sua confiança
Sua raiva
Eu era sua decepção
Fui até mesmo o seu amor,
Foi até que então
Um dia
Você acordou de um sonho
Olhou pra si mesmo como sempre fazia
Mas com uma outra visão de si mesmo
E viu realmente quem eu
Eu era
E na verdade
Eu era apenas a sua imaginação
Idealizando alguém ludicamente
Que era você mesmo
E então o que eu era pra você?...
Nada.
Foto: Cíntia Augusta
sexta-feira, 7 de maio de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Bem vindo!
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